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Edição 15

 

Blindadoras já possuem certificado de qualidade técnica do Cesvi

A parceria realizada entre a Associação Brasileira de Blindagem (Abrablin) e o Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), para a avaliação técnica de blindadoras, já apresenta resultados concretos. O objetivo é estabelecer critérios para auto-regulação do setor de blindagem; criar referências técnicas para proprietários de veículos e companhias de seguros; e promover melhorias na qualidade dos serviços prestados para o mercado.

“Desde sua fundação, em 2001, a Abrablin desenvolve um trabalho de auto-regulamentação do setor de blindagem, para dar mais segurança aos usuários de produtos blindados. A parceria com o Cesvi tem o objetivo de ampliar ainda mais nosso trabalho”, diz o presidente da Abrablin, Christian Conde.

Além de acompanhar o cumprimento pela blindadora dos procedimentos estipulados pela legislação específica vigente, a parceria inclui a avaliação da estrutura do estabelecimento (piso, rede elétrica, rede de ar comprimido), os meios de trabalho (equipamentos, bancadas e ferramental), os recursos humanos (capacitação, treinamento, formalidades trabalhistas) e a organização (armazenamento, almoxarifado, organização geral).

“Essa avaliação é importante porque permite que a Abrablin consiga identificar melhor a capacidade técnica do mercado e possibilita que as blindadoras corrijam possíveis desvios e revertam isso em diferencial de qualidade”, diz Christian Conde. “É uma espécie de ISO 9002 das blindadoras”, afirma Rogério Garubbo, sócio da Concept Blindagens, uma das empresas que já passou pela avaliação do Cesvi.

Ao ser indagado se todas as blindadoras pedirão a certificação do Cesvi, Christian Conde foi enfático: “Isso depende de cada blindadora. Cabe a elas querer ou não oferecer aos seus clientes um produto certificado. Acredito que, na medida em que os usuários de veículos blindados tomarem conhecimento do certificado e passarem a cobrá-lo das blindadoras antes de decidir qual delas executará o serviço de blindagem, o ritmo das certificações vai aumentar”, diz. *

* leia a continuação na Revista Blindagem & Segurança
 

Deixar a SEGURANÇA para depois gera transtornos e gastos excessivos

Pensar no sistema de segurança antes de construir é mais econômico
e evita quebra-quebra no novo imóvel

Na hora de construir, a maioria das pessoas se esquece de que a Segurança tornou-se um item fundamental e só irá pensar na sua proteção após a conclusão da obra. Nada mais errado. Projetar o sistema de segurança antes de iniciar uma construção é muito mais econômico, preserva o imóvel e evita quebradeiras para a colocação de fios, cabos ou instalação de equipamentos.
O sistema de segurança de um imóvel é complexo e interfere em outras áreas, tais como decoração, paisagismo ou sistema elétrico. Deixar “para depois” pode significar a diferença entre um projeto “bem acabado” e um projeto “improvisado”. São muitos os detalhes a serem observados: metragens, equipamentos a serem instalados, câmeras, incidência da luz solar, áreas de fuga, sirenes, localização das janelas, espessura das paredes, blindagem de portas, estrutura eletrônica e de informática, entre outras.

Juarez Theodoro, engenheiro da Instalarme – líder nacional em monitoramento bancário – aconselha: “Faça o projeto de segurança antes de iniciar a construção. Dessa forma, fica mais fácil harmonizar estética e equipamentos de segurança”.



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