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Edição 16

 

BILSTEIN Suspensão

A ThyssenKrupp BILSTEIN é uma das fabricantes de componentes de suspensão mais conhecida mundialmente. A BILSTEIN produz molas, estabilizadores e amortecedores para carros e caminhões.

A empresa está sediada no Brasil há mais de 40 anos. “As grandes montadoras do país são nossas clientes”, diz o engenheiro responsável pelo segmento de amortecedores no Brasil, Konstantin Schloh.

Em outubro de 2006, houve a fusão mundial das fabricantes de molas e amortecedores, que até então eram independentes. Com isso, a empresa se tornou líder no segmento de produção de componentes de suspensão.

Hoje, oferece “corner modules”, um complexo sistema de suspensão de alta tecnologia. “Com a fusão dos dois segmentos, hoje estamos em condições de trabalhar em parceria para valorizarmos a individualidade de cada veículo e a qualidade dos resultados”, diz Schloh.

Com essa finalidade e devido aos elevados padrões de exigência, a empresa faz analises o ano inteiro em parceria com a montadora Mercedes-Benz em uma pista de testes em Papenburg, na Alemanha.

“De acordo com a Abrablin, existe a previsão de produção de aproximadamente 15.500 veículos blindados no Brasil em 2008, e esse mercado coloca exigências especiais para os blindadores. Deve ser considerado o fato de haver blindados que são líderes na preferência, mas também que há uma grande quantidade de diferentes marcas e tipos de veículos”, explica o executivo da BILSTEIN.

A empresa atende a linha original dos veículos importados com uma suspensão Standard, que já está muito próxima de uma suspensão para Blindados. Com essa vantagem tecnológica, a BILSTEIN entra no mercado de blindados no Brasil com duas propostas de soluções.

1.) Amortecedores monotubo com pressão alta, que estará em condições tanto de absorver a sobrecarga decorrente da blindagem, quanto de devolver ao veiculo 80% de sua altura original. Nesse procedimento permanece a mola de suspensão original.

2.) Um KIT de suspensão com condições de se adequar à necessidade, e à exigência de utilização do veiculo.

O engenheiro Konstantin Schloh tem muitos anos de experiência com suspensões individuais internacionais. Séries limitadas de fabricantes como AUDI, BMW, MITSUBISHI, LOTUS, JAGUAR, VW, assim como do mais caro e rápido carro do mundo, o BUGATTI Vayron, que chega a 407 km/h, pertencem ao seu vasto leque de trabalho e experiência.

Apesar de ter toda essa sólida e abrangente base, Schloh espera poder contar com o apoio das empresas de blindagem brasileiras. Reuniões mostraram que existe a procura de uma solução para essa problemática da suspensão, que até então não se encontra à disposição.

“A responsabilidade pelo consumidor é nossa exigência máxima. Segurança não pode restringir-se somente a uma boa e sólida proteção pessoal”, diz Schloh.

“Alguns componentes para blindagem de um carro agregam muito peso extra. Essa sobrecarga fica superior ao chassi e atrai o centro de gravidade para cima. Ao motorista de um carro blindado, em caso de necessidade, deve ser dada dirigibilidade nas manobras de retiradas rápidas”, explica o engenheiro.

Para ele, o consumidor precisa de uma segurança adicional, qualidade e soluções. “Por sugestão da Abrablin, vamos oferecer um workshop para mostrar a importância da suspensão para os veículos blindados e para apresentar nossos produtos e as sua vantajosa tecnologia”, diz Schloh.

No workshop serão apresentados dois veículos blindados, um com a suspensão utilizada normalmente pelas blindadoras e outro equipado com produtos BILSTEIN. “Nada convence mais que mostrar a solução de um problema”, afirma o engenheiro. O workshop está planejado para agosto de 2008. Nas próximas edições divulgaremos a data e o local do evento.

È natural que qualidade tenha preço, contudo, segundo Schloh, se compararmos os custos de um amortecedor simples de reposição de um AUDI, BMW ou MERCEDES-BENZ com os da nossa solução, seremos surpreendidos de forma positiva, agradável.

“Gostaríamos de ampliar nossos contatos com os blindadores antes do workshop. Ficaria muito feliz se os leitores entrassem em contato comigo. Eu e meu trabalho dependemos exclusivamente deles. Queremos saber qual a opinião e as necessidades de cada um deles. E, sem a ajuda e inigualável experiência das empresas brasileiras do setor de blindagem, nem mesmo uma empresa como a TK BILSTEIN consegue proporcionar uma solução perfeita”, afirma Konstantin Schloh.

 

PROTEÇÃO MATERNA

Que a cada dia as mulheres ocupam mais espaços e exercem profissões antes tidas como masculinas não é novidade. A novidade é a atuação efetiva delas também no setor de blindagem balística. “Muitas delas são mães. Estão acostumadas a dar o melhor de si para proteger seus filhos. Elas sabem que, de certo modo, a blindagem também cumpre esse papel”, diz o presidente da Associação Brasileira de Blindagem (Abrablin), Christian Conde.

O presidente da Abrablin lembra que um dos grandes diferenciais da blindagem brasileira é a qualidade de seu acabamento. “Muito disso se deve à atuação de mulheres. Elas são cuidadosas, atenciosas e mais rigorosas no respeito às orientações técnicas. Fazem com que as mudanças realizadas no veículo fiquem quase imperceptíveis”, afirma.

Mas, elas não atuam apenas no segmento de blindagem de automóveis. Nas fábricas de vidros blindados, os serviços das mulheres são utilizados na montagem dos pacotes formados por vidro e demais produtos que compõem o produto. “Temos que trabalhar com roupas especiais, toca, luvas e botas. Qualquer poeira entre as lâminas pode afetar a qualidade do produto”, diz Vanessa Cristina Ferreira, líder de produção da linha de montagem da Vitrotec Vidros de Segurança.

Vanessa, que trabalha faz oito anos na Vitrotec e comanda uma equipe de 20 pessoas, sendo 12 mulheres, é casada e tem um filho de quatro anos. “Não quero que meu filho seja prejudicado pelo trabalho mal executado por outras pessoas. Por isso, procuro executar meu trabalho da melhor forma possível. Sei que qualquer erro que eu ou minha equipe cometer pode colocar em risco a vida de pessoas que utilizam veículo blindado”, afirma.

Outra mulher que coloca a mão na massa no setor de blindagem é Vera Fagundes, gerente administrativa da MIB Blindados, que produz veículos de transporte de valores. “Atualmente trabalho na área administrativa, mas já atuei na linha de produção e, quando é preciso, pego o maçarico”, diz Vera

 



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