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Edição 17

 

Segurança é coisa séria

A Associação Brasileira de Blindagem põe em primeiro lugar a segurança dos consumidores e trabalha para que todas as empresas que atuam no setor respeitem essa máxima.

Fundada por blindadoras de veículos em maio de 2001, a Associação foi se consolidando com o passar dos anos e hoje congrega empresas de todo o setor de blindagem (blindadoras de veículos e de imóveis, fabricantes de vidros, aço e outros materiais balísticos e de coletes à prova de balas, além de revendedoras e locadoras de automóveis blindados).

Certificada pelo Exército Brasileiro como órgão auxiliar da fiscalização e representante autorizada de empresas do setor de blindagem, a Associação Brasileira de Blindagem desenvolve diversas ações de auxílio à regularização e à fiscalização destas empresas e de esclarecimento da sociedade sobre questões relacionadas à blindagem.

Tais ações, além de defenderem os interesses dos usuários finais, são desenvolvidas pela Associação em sua busca permanente do atendimento de seus objetivos estatutários, dentre os quais se destaca o de promover a uniformização normativa e a regularização do mercado de proteção balística, aplicando-lhe as normas de proteção compatíveis a cada grupo específico de fabricantes.

Além desta contribuição social, a ABRABLIN divulga semestralmente dados relevantes sobre este setor. A principal finalidade desta divulgação é auxiliar no desenvolvimento das empresas de blindagem e contribuir com as políticas de segurança pública.

Comitê Técnico

O Comitê Técnico da Abrablin desenvolve cursos e debates para aprimorar as tecnologias e a atuação das empresas do setor e de outros órgãos e instituições, tais como seguradoras, concessionárias de rodovias, polícias militares e rodoviárias e bombeiros. Este Comitê também pode ser convocado para participar de estudos e perícias para avaliar o desempenho de blindagens balísticas de uso veicular ou arquitetônico.

Esta é uma pequena amostra da seriedade e do respeito com que esta Associação e as empresas a ela associadas tratam a segurança e o que a leva a ser considerada a instituição mais capacitada sobre proteção balística em todo o país. Por isso, quando pensar em proteção blindada, para você, sua família ou seus subordinados, lembre-se da Associação Brasileira de Blindagem. E procure uma de nossas associadas.
 

Feira internacional de sistemas eletrônicos de segurança encerra com recorde de público e volume de negócios

Reunindo mais de 30 mil visitantes, a Exposec apresentou crescimento de 10% em negócios e já tem confirmado grande número de expositores para 2009

“As mais otimistas expectativas foram superadas na edição 2008 da Exposec”, diz José Roberto Sevieri, presidente do Grupo Cipa, promotor da Exposec, sobre a décima primeira edição do evento, que reuniu mais de 30 mil visitantes no Centro de Exposições Imigrantes, entre os dias 27 e 29 de maio, em São Paulo. Realizada pela Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE) - única entidade de classe que representa o setor em alcance nacional, a feira apresentou as últimas novidades em sistemas eletrônicos de segurança, com destaque para as opções de integração entre as diferentes tecnologias, em prol da gestão pública e privada de segurança, além de produtos específicos para segurança pessoal, de residências, empresas, grandes espaços, e outros.

Participaram da feira expositores do Brasil, Israel, China, Coréia, Japão, Itália, África do Sul, Taiwan, Estados Unidos, México, Argentina, Inglaterra, entre outros países. Os resultados positivos da XI Exposec animaram os expositores. O gerente comercial da PPA, Plínio Navarro, diz que seus negócios aumentaram 20% em relação ao ano passado. Para ele, o evento ultrapassou as metas, por isso, já fechou seu espaço para o ano que vem. Navarro concorda que os visitantes estão mais focados, que chegam bem informados.

A mudança do perfil dos visitantes é resultado do trabalho focado realizado pela ABESE. Segundo Selma Migliori, presidente nacional da ABESE, hoje, em sua maioria, o público da Exposec é formado por profissionais do setor com visão empresarial e empenhados em acompanhar o crescimento do segmento, conhecer as últimas tecnologias e aplicá-las de acordo com a realidade de cada projeto. “Esse ano, uma outra característica na participação das empresas chamou atenção. Muitas empresas trouxeram, além de produtos, cases de sucesso que retratam o funcionamento das novas tecnologias apresentadas”, afirma a presidente da ABESE.

De acordo com Marco Antônio Tibães, presidente da Securi Center é muito simples dizer que a Exposec está crescendo, segundo ele, na verdade, ela está evoluindo. “O público veio à feira em busca de soluções, não veio simplesmente para procurar produtos. E acompanhando essa tendência os profissionais estão agregando valor ao seu negócio”, analisa.

Para aqueles que participaram pela primeira vez da feira, como é o caso da Intel, que agora entra no mercado com equipamentos de segurança de última geração, ficou claro como o público está interessado em novidades. O gerente de marketing da empresa, Ricardo Gutierrez, conta como se impressionou com o volume de pessoas circulando por seu estande. “Houve momentos em que o espaço ficou lotado. A receptividade foi espetacular e o público gostou das nossas opções”, diz animado.

De acordo com a organização, a estimativa de crescimento em volume de negócios é de 10%, em comparação ao ano anterior. Em 2007, foram R$ 100 milhões gerados durante a feira e outros R$ 700 milhões durante o ano. E as perspectivas para a edição de 2009 são ainda mais otimistas, estima-se um novo crescimento de 10% em relação a essa edição. “A décima primeira Exposec foi excelente, tanto em número de negócios fechados, quanto de público e expositores. E quase todos os espaços já estão fechados para o próximo ano, que promete superar o sucesso de 2008” , destaca Sevieri. Em 2009 a Exposec será realizada entre os dias 12 e 14 de maio.

No Brasil existem  mais de oito mil empresas atuantes no segmento de sistemas eletrônicos de segurança, gerando cerca de 100 mil empregos diretos e mais de 1 milhão de indiretos, segundo dados da ABESE. Atualmente existe cerca de 450 mil imóveis monitorados por sistemas eletrônicos de alarmes no país. Em 2007, o setor movimentou a ordem de US$ 1,2 bilhão, com um crescimento de 15%, em comparação ao ano anterior.

Tal cenário se mostra satisfatório, porém, não retrata o potencial do segmento de sistemas eletrônico de segurança que hoje tem seu crescimento retardado devido à falta de legislação específica do setor. “Hoje, tramita na câmara o Projeto de Lei 1759/07 que regulamentará as empresas de segurança eletrônica. O Projeto, que já foi aprovado na Comissão de Segurança Pública e Privada, quando for aprovado, trará uma outra realidade e o mercado terá taxas maiores de crescimento. Vale destacar a pesquisa da Universidade de São Paulo, apresentada pelo Professor Ronaldo Pena (USP) durante o Congresso Internacional de Segurança Eletrônica, durante a Exposec2008, que apontou que o setor de segurança eletrônica deixa de ganhar até 30% com a falta de legislação específica”, conclui a presidente da ABESE.

 

 



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